Entenda O Que É A Dependência Química E Quais São Os Tratamentos Mais Indicados!
No SOS, são disponibilizados aos abrigados, além do pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas limpas, banho quente, cuidados de higiene e, sempre que necessário, encaminhamento para tratamentos na área da saúde. Nesse caso, ao invés de auxiliá-lo no enfrentamento dos seus problemas, é a própria substância que passa a representar um problema a ser enfrentado. O programa de prevenção de recaída é um tratamento cognitivo-comportamental, cujo objetivo é manter uma mudança de comportamento desejada e ensinar o dependente químico a prever e a lidar com o problema de recaída. Porém, existe uma certa dificuldade, principalmente entre os familiares de dependentes, quando à distinção entre os termos recaída e lapso. Dependendo do padrão de consumo, se uso ou abuso, este poderá ou não trazer sérios problemas para o indivíduo.
Para ele, palestras como essa devem ocorrer com bastante frequência, pois são de caráter informativo e de muita riqueza para o serviço público em geral. Para o autor, o uso e abuso de drogas é um processo gradual, um contínuo do hábito, existindo primeiro um deslizar imperceptível e inconsciente do uso e abuso. Infelizmente o cotidiano nos mostra que, do uso ao abuso não há, mais que um passo, que é logo dado. Há casos em que o dependente químico se desfaz dos próprios bens, se endivida, vende objetos próprios e até de outras pessoas à sua volta. Agora você já conhece mais informações sobre a dependência, assim como seus sintomas, causas e tratamentos. Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto.
Na medida que esse grau de dependência aumenta, o organismo vai desenvolvendo uma tolerância aos seus efeitos, ou seja, a pessoa precisa de quantidades cada vez maiores do elemento para poder vivenciar as mesmas sensações positivas. O fato é que, enquanto algumas drogas são vistas com maus olhos e também têm o seu consumo proibido pelas leis brasileiras, outras são usadas livremente. E isso não significa que elas não sejam igualmente graves nem que não causem sérios danos à saúde, como é o caso do álcool e do cigarro, que podem levar à morte, de forma direta ou indireta. A dependência química é mais comum do que podemos imaginar em nossa sociedade, mas, muitas vezes, ela pode não ser percebida ou, até mesmo, não ter a sua gravidade considerada. Implantar a Política Pública sobre Drogas no Estado do Rio de Janeiro, através de ações integradas entre os entres federativos e sociedade civil, reconhecendo a necessidade de superar o atraso histórico de políticas públicas efetivas no tema. Ocorreu, na quarta-feira (7 de agosto), na Escola de Governo do DF (EGOV), palestra do Programa de Atenção ao Dependente Químico (PADQ), projeto que visa à assistência aos servidores dependentes químicos de todo o Governo do Distrito Federal (GDF).
Os termos fissura ou craving significam a vontade descontrolada de uma pessoa em utilizar um tipo de droga. Quanto mais a pessoa usa uma substância, maior é a chance da fissura ocorrer; isso porque ela já tem conhecimento dos efeitos momentâneos e os antecipa, ocasionando uma compulsão. Algumas substâncias são as responsáveis por alterar alguns comportamentos em pessoas que as consomem e isso podem causar danos graves ao organismo. Em poucas palavras, podemos conceituá-la como a dependência que uma pessoa desenvolve em uma substância psicoativa que consegue alterar o seu comportamento. Assessoria técnica que tem como objetivo fomentar a implantação de instâncias sobre drogas e Conselhos Municipais sobre Drogas, a fim de fortalecer as ações municipais na área.
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O dependente químico não deve ser julgado pela óptica da moralidade ou visto como alguém com um transtorno ou "defeito" de personalidade. Ele é na verdade portador de uma doença crônica e de avanço progressivo que pode comprometer todos os aspectos de sua vida como físico, mental, emocional e social. As causas da dependência química são múltiplas e podem incluir fatores biológicos, genéticos, psicossociais, ambientais e culturais. De acordo com a definição da Organização Mundial de Saúde, a dependência química é uma doença caracterizada pelo uso descontrolado de uma ou mais substâncias psicoativas, ou seja, que causam mudanças no estado mental da pessoa. Isso inclui tanto drogas cujo uso é permitido por lei como aquelas que são proibidas. As ações consistem em abordagem social especializada às pessoas em situação de rua ou dependentes químicos identificados, propiciando acolhimento no Serviço de Obras Sociais (SOS) ou outro tipo de auxílio específico.
Dependência química é um problema crônico, que se caracteriza pela mudança no comportamento do indivíduo ao administrar determinada substância, como consequência, ele passa a se ver dominado por impulsos, cada vez mais recorrentes, para voltar a fazer uso da droga. Ocorre quando o usuário permanece sem o uso da droga, o que causa alterações bruscas de humor, além de irritabilidade e outros sintomas físicos, como tremores, náusea, palpitação e alucinação. Os riscos da abstinência são grandes e podem levar à morte, por arritmia, desidratação ou pelo conjunto de fenômenos, que desencadeiam numa pressão arterial muito elevada. Mas, como pudemos perceber até aqui, quando uma pessoa chega ao nível da dependência química, ela não tem mais o controle da situação e nem escolhe consumir ou não a substância. Nesse momento, o apoio e a empatia das pessoas mais próximas é fundamental — assim como a busca por ajuda profissional.
vontade, fracas e que deveriam simplesmente abandonar o vício. Ela pode se referir a álcool, maconha, cocaína, medicamentos e calmantes, e é considerada como um transtorno mental resultante da utilização constante das drogas. A dependência de qualquer substância psicoativa, ou seja, que altere os comportamentos, é chamada de dependência química.