Tratamento Para Dependência Química Está Disponível Na Rede Municipal De Saúde
A farmacoterapia atua no tratamento da dependência química, complementando outras atividades que procuram melhorar os aspectos da vida dos pacientes. Os tratamentos farmacológicos têm por finalidade prevenir ou atenuar a síndrome de abstinência, diminuir a fissura e atuar no tratamento das comorbidades. O objetivo deste trabalho foi revisar o modo de atuação dos psicofármacos no tratamento das dependências, além de verificar sua relação com as principais classes de substâncias de abuso. Apesar de apresentarem bons resultados no tratamento da dependência de álcool, nicotina e opioides, importantes adições como maconha, cocaína e seus derivados ainda não possuem tratamentos farmacológicos com evidências positivas comprovadas que permitam sua utilização. Desse modo, são necessárias mais pesquisas para a busca de novos medicamentos que auxiliem o tratamento dessas dependências, além da participação ativa do paciente no processo. Este estudo teve como objetivo principal identificar o nível de motivação para o tratamento em dependentes químicos institucionalizados.
Principalmente durante a quarentena, a internação pode ser a solução mais viável para ajudar a quem precisa se livrar das drogas. O primeiro passo no tratamento de um dependente químico, independentemente da droga que é usada, é entender

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A definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o que é a dependência química é bastante precisa para entender o quadro. Tomar a decisão de recorrer a esse suporte pode ser difícil, mas o tratamento de dependência química deve ser visto como uma oportunidade de resgate. Nesta fase, é fundamental que uma relação de confiança e empatia seja estabelecida entre todos os envolvidos no tratamento, desde médicos clínicos, psiquiatras, psicólogos e assistente social. O acompanhamento psicológico durante todo o tratamento para dependente químico é primordial para alcançar resultados mais satisfatórios. Por ser um processo desgastante tanto físico quanto psicologicamente, a determinação e o apoio social são fundamentais para que a pessoa tenha forças para finalizar o tratamento. Ela é caracterizada pelo consumo compulsivo e abusivo de substâncias químicas, como álcool e cocaína, que trazem consequências em todas as esferas da vida.
Nesta fase, os prejuízos causados pela dependência química são percebidos com mais clareza pelo próprio indivíduo, assim como a aceitação de que uma mudança comportamental é necessária. Neste estágio, o dependente não percebe os malefícios relacionados ao uso das drogas e está em negação do problema. Considera a preocupação das pessoas como exagerada e ainda possui resistência ao tratamento. Neste caso, acontece quando o dependente não é capaz de reconhecer sua situação e pedir ajuda.
Conforme o Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID, 2009), a utilização de drogas pode acontecer como uma maneira de obtenção de prazer, de amenizar ansiedade, tensão, medos e até de aliviar dores físicas. Quando utilizada de forma abusiva e repetitiva sem conseguir-se controlar o consumo, frequentemente a droga pode ocasionar dependência. Essa dependência pode ser de fundo psicológico ou fisiológico, sendo que, no primeiro tipo, quando há interrupção do uso da substância, aparece sensação de desconforto e mal-estar, bem como aumento da ansiedade e sensação de vazio.
O paciente aceitou iniciar o tratamento e os resultados começam a ser perceptíveis no enfrentamento à dependência química. Nós da CASA DESPERTAR sabemos que lidar com um dependente químico em tratamento é uma tarefa árdua, porém, os nossos anos de experiência e os nossos profissionais qualificados vêm recuperando adictos e salvando famílias há muito tempo. Contudo, muitas vezes, no ápice do tratamento, o dependente químico passa por conflitos em seu interior e não consegue prosseguir. O mundo pode desabar sobre as suas costas e aquela sensação de desânimo e entrega também pode te contaminar, entretanto, NÃO PODEMOS DESISTIR DE QUEM AMAMOS. Isso acontece porque o dependente raramente assume que possui um vício em drogas, a família nem sempre confronta para saber da própria pessoa e muito menos ambos os lados tentam entender o outro.
Gostaria de saber o tempo de recuperação de um dependente químico da cannabis que talvez pode ser considerado de grau leve. Com a ajuda de profissionais especialistas é possível fazer com que o adicto entenda o motivo do seu tratamento, vencendo as barreiras da resistência e criando um vínculo de confiança com tudo que for associado ao seu processo de reabilitação. Fale que percebe o que ele quer fazer e diga que esse não é um bom comportamento e que pode atrapalhar a relação entre vocês e a recuperação. Ignorar não é a melhor opção, inclusive, pode ajudar a dependência quimica a evoluir novamente.
A depender do organismo de cada pessoa e também da substância utilizada, é possível perceber os sintomas que surgem com o cessar do uso, que vão desde ansiedade, depressão, nervosismo e fadiga até náuseas e vômitos, sudorese, dores no corpo, alucinações e convulsões. Outro ponto de destaque é que transtornos mentais podem ser identificados ao longo do processo. O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) identificou que cerca de 35 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com algum tipo de transtorno por conta do uso de drogas, sendo a depressão o mais comum. Uma característica importante desta fase é o apoio de pessoas queridas para que o paciente tenha forças para finalizar o tratamento.
Para isso acontecer é importante estabelecer uma relação de confiança, tentar deixar o dependente saber que ele poderá contar com você mesmo nos dias mais difíceis e inclusive falar sobre coisas que você desaprova. Devido à própria dinâmica dos entorpecentes, a fisiologia de um organismo já intoxicado exige a substituição das substâncias que lhe foram retiradas para evitar a síndrome de abstinência. Também conta com auxílio da Guarda Civil Municipal (GCM), da Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo) e da Urbes – Trânsito e Transportes. A iniciativa é do Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas (Senapred), em parceria com o Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).